O alerta constante não é quem você é. É o que você aprendeu
Muita gente começa a acreditar que nasceu assim.
Ansiosa.
Tensa.
Sempre preocupada.
Mas, na maioria dos casos, isso não é identidade.
É aprendizado.
O cérebro aprende com repetição.
Se a vida foi marcada por ambientes instáveis, críticas frequentes, medo ou imprevisibilidade, o organismo se adapta.
Ele passa a funcionar em modo de alerta.
Porque, naquele contexto, isso fazia sentido.
O problema é quando esse padrão continua ativo, mesmo quando a realidade muda.
Então surgem:
Pensamentos acelerados.
Dificuldade de relaxar.
Sensação constante de tensão.
E medo sem motivo claro.
Isso não define quem você é.
Define o que seu cérebro aprendeu a fazer.
E, se foi aprendido, pode ser reaprendido.
Com novas experiências.
Com relações seguras.
Com tratamento adequado.
E com repetição.
Aos poucos, o cérebro começa a diferenciar o que é ameaça do que não é.
E o estado de alerta deixa de ser constante.
Desaprender não é esquecer.
É atualizar.
Você sente que vive em alerta mesmo quando tudo está bem?
Dr. Danilo de Melo – Psiquiatra em Goiânia
Acesse o site: drdanilodemelo.com.br



